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Campanhas de tráfego pago na saúde: o que pode e o que não pode segundo o CFM

Investir em tráfego pago é uma das formas mais rápidas e eficazes de ampliar o alcance e fortalecer a presença digital de médicos e clínicas.
Mas, na área da saúde, existe um detalhe crucial: a ética profissional deve vir antes da performance.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece regras claras sobre o que pode e o que não pode ser divulgado em anúncios.
Por isso, toda estratégia de tráfego pago na saúde precisa ser feita com cuidado, conhecimento técnico e responsabilidade.

O que é tráfego pago e por que ele é importante

Tráfego pago significa impulsionar conteúdos ou anúncios nas redes sociais e no Google para alcançar um público específico.
Ele permite segmentar campanhas por região, interesse, idade e comportamento, algo essencial para médicos que desejam atingir pacientes do seu nicho.

É o investimento que faz o algoritmo “te enxergar”.
Quem investe mais aparece mais, mas quem investe com estratégia, permanece na mente do paciente.

No entanto, quando falamos em saúde, não é qualquer conteúdo que pode ser promovido.

O que o CFM permite em campanhas médicas

O Conselho Federal de Medicina autoriza o uso de publicidade digital, desde que siga critérios éticos previstos na Resolução CFM nº 2.336/2023 (que substitui a antiga 1.974/2011).

De forma prática, o médico pode:

  • Divulgar informações educativas e científicas, desde que verdadeiras e comprovadas;
  • Promover seu consultório, equipe e especialidade, sem prometer resultados;
  • Investir em impulsionamento de postagens, desde que o conteúdo não seja sensacionalista nem comparativo.

Ou seja: o objetivo é informar, não persuadir com promessas.

O que é proibido pelo CFM

Existem restrições importantes, e ignorá-las pode gerar penalidades éticas.
O médico não pode:

  • Divulgar antes e depois de pacientes;
  • Usar depoimentos em tom de promessa;
  • Fazer promoções de consultas ou tratamentos;
  • Usar termos como “o melhor”, “o mais eficaz”, “garantia de resultado”;
  • Impulsionar posts com informações falsas, incompletas ou sensacionalistas.

Cada uma dessas ações pode ser vista como infração ética e comprometer a credibilidade do profissional.

Como a Rocha Rock conduz campanhas éticas e eficazes

Na Rocha Rock, acreditamos que a ética é a base do posicionamento médico.
Por isso, nossas campanhas são criadas com:
linguagem informativa e humanizada;
foco em posicionamento e não em vendas diretas;
segmentação de público precisa e respeitosa;
acompanhamento estratégico de resultados.

Nosso papel é fazer o médico aparecer com autoridade e segurança, sem ferir as normas do CFM.

O tráfego pago é uma ferramenta poderosa, mas, na saúde, poder sem ética é risco.
Com estratégia e responsabilidade, é possível investir de forma inteligente, alcançar mais pessoas e fortalecer sua marca com credibilidade.

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